Oeste baiano: Quadrilha tranca viaturas da PM em garagem, mas é impedida de roubar caixa eletrônico



Uma quadrilha foi impedida de roubar um caixa eletrônico na madrugada desta quarta-feira (14), no município de Riachão das Neves, localizado no Extremo Oeste da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, o grupo trabalhou entre 2h30 e 3h para abrir o equipamento de uma agência do banco do Brasil utilizando um maçarico, quando a Polícia Militar percebeu a ação.

"Eles colocaram um cadeado no portão da garagem do posto da Polícia Militar", relata Romero Cavalcante, titular da delegacia da cidade, "Os agentes perceberam isso, mas um dos integrantes da quadrilha atuava como 'olheiro' em frente ao local e alertou os demais, que estavam no banco".

Os bandidos foram descobertos justamente pela ousadia: decidiram trancar as viaturas da PM na garagem do posto em que se encontravam, utilizando um cadeado. Segundo Romero Cavalcante, titular da delegacia, o objetivo era retardar uma eventual perseguição, caso fossem descobertos no banco. "Os agentes perceberam o cadeado, mas um dos integrantes da quadrilha atuava como 'olheiro' na rua e alertou os demais, que estavam no banco", explica Cavalcante.

Segundo a polícia, outros dois homens estavam dentro da agência e conseguiram arrombar o caixa eletrônico, enquanto mais dois esperavam em um carro do lado de fora do banco, com as portas. "Ainda assim, eles não conseguiram levar muito dinheiro", explica o delegado, "A maioria das notas ficou dentro da máquina, eles nem chegaram às notas de cem reais". A quantia total levada pelos bandidos ainda não foi informada pelo banco e o veículo utilizado na fuga também não foi identificado.

A ação dos bandidos foi gravada por câmeras do circuito interno de segurança da agência, cujas imagens ainda serão disponibilizadas para a investigação da polícia, que será conduzida pelo Grupo Avançado de Repressão a Crimes Contra Instituições Financeiras (Garcif).

O delegado afirma ainda que, apesar dos boatos sobre o caso, não houve conflito entre policiais militares e os assaltantes. "Não houve nem perseguição, porque graças à ação do 'olheiro' eles conseguiram fugir a tempo", afirma Cavalcante. 

Fonte: Renato Oselame/Correios
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