Para tucanos, chances de Dilma voltar à presidência são nulas

A presidente afastada Dilma Rousseff (PT) continua a rodar o país em busca de apoio para a teoria de que seu impeachment foi um golpe de Estado. Mas para os deputados federais Antônio Imbassahy (PSDB) e Jutahy Júnior (PSDB), não há nenhuma chance da petista voltar ao cargo. “Não tem a menor chance. Eu ouço isso até de senadores do PT, que não desejam o retorno dela porque sabem que o país não suportaria. Eles dizem que ela não tem a menor condição de governabilidade, não tem apoio do Congresso, não tem apoio popular... Do ponto de vista constitucional também seria uma agressão”, avaliou Imbassahy, que esteve no cortejo de comemoração da Independência da Bahia neste sábado (2). Jutahy, que também acompanhou os festejos do Dois de Julho, concorda que a presidente afastada não voltará ao poder. “De uma coisa vocês podem ter certeza: a Dilma não volta. Se ela voltasse, o que não acontecerá, seria a maior tragédia para a economia nacional. Não volta porque não há votos suficientes no Senado e a sociedade brasileira sabe que a presidente Dilma perdeu todas as chances de governabilidade. Praticou o crime de responsabilidade e o retorno dela seria um retrocesso, voltando para um atoleiro econômico sem saída”, defendeu. Por isso, apesar de admitir os problemas enfrentados pelo governo interino de Michel Temer (PMDB), os tucanos acreditam que esta foi a melhor opção. “O que teria acontecido com o Brasil se a Dilma tivesse continuado? Nós teríamos uma aceleração ainda maior do desemprego, aprofundamento da recessão, uma falta de perspectiva de três anos de tragédia econômica e moral. Então eu vejo com otimismo essa transição com Michel Temer”, afirmou Jutahy.
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